Ninguém F.C.
O Vitória de Setúbal, após a vitória na Taça de Portugal mudou o seu nome para "Ninguém". Desta forma os adeptos poderão continuar a cantar: «Ninguém para o Benfica...» ;)
Um blog recheado de alarvidades, peidos e arrotos.
O Vitória de Setúbal, após a vitória na Taça de Portugal mudou o seu nome para "Ninguém". Desta forma os adeptos poderão continuar a cantar: «Ninguém para o Benfica...» ;)
A respeito da amena troca de opiniões acerca do post “voyeurista” do querido amigo LuaNova, devo dizer que é com agrado que assisto a tão acirrada discussão acerca de um tema tão do meu agrado.
Espalho o olhar na cidade e deixo-me levar por ela.
«(...) Vincent olha para Julie e, de súbito, ei-lo enfeitiçado: a luz branca conferiu à rapariga a beleza de uma fada, uma beleza que o surpreende, beleza nova que de início ele não vira nela, beleza fina, frágil, casta, inacessível. E, de repente, sem saber sequer como foi que a coisa aconteceu, põe-se a imaginar-lhe o olho do cu. Bruscamente, inopinadamente, a imagem ali está e ele já não pode afastá-la de novo.
Eu acho que o conceito de cabrão que as nossas queridas Samatha e Carrie se referem em relação aos homems é o seguinte....
Estou aqui a ver o Zézé Camarinha na televisão e prevejo, lembrando-me de outras experiências televisivas do Zézé, que muitas das gajas da audiência fiquem todas picadas e irritadas. Ora esta irritação é o motivo da minha reflexão desta noite: porque ficam tão picadas as gajas que vêem o Zézé Camarinha falar de mulheres? A meu ver é porque no fundo, bem lá no fundo, por trás de todas as manifestações públicas de nojo e repugnância pelo algarvio, existe um secreto e inconfessável desejo de ser violentamente possuída de todas as formas e feitios por tão alarve espécime masculino. Tenho dito. No fundo, salvo raríssimas excepções, todas as mulheres gostam de se sentir um bocadinho putas.
Estava á bocado a fazer um zapingzito,quando vejo uma reportagem na Tvi sobre uma escola em que ensinam as crianças a serem optimistas....
Depois da sábia decisão de me tornar vegetariano, e cortar de vez com as nefastas consequências que os alimentos de origem animal exercem sobre o organismo, eis que agora se me depara outro desafio.
Devo confessar que nutro um certo fascínio pelo sobrenatural. Sempre curti o oculto e certos fenómenos inexplicáveis.
Acabei mesmo por ir ao médico. O diagnóstico foi claro. "O senhor está em completo estado de imbecilidade, senhor LuaNova!", disse o doutor, "Percebi logo mal entrou no consultório." Fiz-lhe um resumo da minha recente irascibilidade impulsiva e descontrolada, das respostas dadas neste e noutros blogs, da falta de cortesia com jovens do sexo oposto. Mas mais grave ainda, do corrimento menstrual que me tinha surgido um dia antes. "Ah aha ahha ha haah ah!", a gargalhada do doutor era patética, "Então o senhor receou estar com a menarca? Não, meu caro senhor, o senhor ficou foi com a sarda em sangue de tanto se masturbar.". "Uff, grande alívio, doutor, receei estar a transformar-me numa mulher. Pensei nalgumas vantagens, podia ser possuída por dois homens simultaneamente, enquanto, ajoelhada, abocanhava um marinheiro caucasiano. Ou casar com um homem rico, que me sustentasse, ou mesmo ter muito mais possibilidade de subir na hierarquia lá na empresa." O médico olhou para mim, abanou a cabeça, e disse: "Não, caro senhor, não está a mudar de sexo. Teremos é de tratar dessa imbecilidade. Isso passa-lhe. E olhe, antes ser imbecil uns dias, do que ficar uma puta de merda até ao fim da vida."


O jornalismo português está de luto.
A expressão que concebi e que dá nome a este blog, encapsula toda a ambiência que surge quando um grupo de amigos está junto.
Demos de caras com um blog que parafraseia o Sexo e a Cidade. Estamos com esperança de alguma interacção, já que não somos exclusivistas. Ainda não percebi se são mesmo quatro gajas que lá escrevem (parece-me que há ali mangueira) mas vou dar o benefício da dúvida.
Caralho!!!!!!!!!!!!
A ética blogger assim o diz: "Nenhum post, depois de publicado e lido pelos leitores, deverá ser alterado."
Uma das imagens que mais me marcaram nas telenovelas brasileiras (não sei se vi muitas ou poucas) é a das discussões entre homem e mulher, com esta de braços cruzados, de costas para o homem, ofendida, a olhar discretamente sobre o ombro, a controlar à distância, dizendo coisas como: "Eu não txi quero verr mais ná minhá frentxi!" ou "Sai daqui, cafagestxi, somi da minha casa!" ou ainda "É impossíveu perrdoá, Dariceu, como você consegue serr tão crápula. Com a Milú, a minha própria cadelinha!". Depois ele aproxima-se diz-lhe coisas mansas, tenta abraçá-la por trás, ela diz: "Mi larrga! Tira suas mãos porrcas de cima dji mim!" e ao mesmo tempo vira-se. O abraço torna-se numa aparente zaragata de membros e eis que irrompem os dois num sôfrego beijo com os corpos a enlear-se novamente e a música do Roberto Carlos a surgir em fade in.

Antes de responder à minha querida Margarida C., por quem nutro a cada post cada vez maior ternura, respondo à Inês L. que me acusa de andar desinformado acerca da prisão do Ivo Ferreira e não ler o Barnabé. Aqui vai um post do Daniel Oliveira, por quem nutro cada vez mais simpatia. ;-)